Obra da Transoceânica é modelo de sustentabilidade

Construir uma via expressa como a Transoceânica requer cuidados extras e uma preocupação especial com o meio ambiente. E toda a obra leva em conta essas premissas.

Estima-se que 3 mil toneladas de pedras foram removidas na perfuração do túnel Charitas-Cafubá e 70% foram reaproveitadas na própria estrutura da Transoceânica. Calçadas, pistas e corredor expresso de concreto foram feitos com material retirado da perfuração das galerias dos túneis Luís Antônio Pimentel e João Sampaio.
Além disso, serão plantadas 80 mil árvores. Delas, 50 mil são de reflorestamento e 30 mil de arborização urbana, aumentando o verde na cidade e contribuindo para a redução da temperatura. Isso se alia ao fato de que a Transoceânica vai reduzir consideravelmente a emissão de carbono, já que o trajeto é mais curto, rápido e não encontra grandes obstáculos como subidas, diminuindo o gasto de combustível e a dispersão de poluentes.

80 mil árvores serão plantadas

Para que fosse concedida a licença de instalação da obra e de seu canteiro, que está sendo executada com recursos da Cooperação Andina de Fomento (CAF), o Instituto Estadual do Ambiente (INEA) realizou um estudo de impacto ambiental. Foram estabelecidas, assim, 127 condicionantes para que a obra pudesse começar e ter continuidade. 70 delas referentes à própria Transoceânica e 57 a seu canteiro. Todas as condicionantes são verificadas periodicamente pelo instituto.

Dentre as condicionantes, está o monitoramento da qualidade do ar no trajeto da via e adjacências. Seis estações aferem a quantidade de partículas de poeiras e gases provenientes das intervenções e obras e servirão para determinar se o ar respirado na obra está dentro dos padrões normais para a saúde não só para os operários como também da população ao redor. Os relatórios são enviados mensalmente ao INEA. Além disso, duas outras estações fazem verificações das condições do tempo na área. Seus dados são repassados primeiramente à Defesa Civil do município, possibilitando o envio de alertas meteorológicos à população e depois ao INEA, para acompanhamento.

Outras condicionantes se referem ao acompanhamento de possíveis mudanças na fauna local, depois do início das obras. Diversas espécies de aves da região são monitoradas constantemente. É a primeira vez que acontece um estudo desse tipo. O estudo é feito por dois anos. A quantidade e variedade de aves na área de entrada e saída do túnel é comparada com as quantidades desses animais encontrados na região da Serra da Tiririca. Os últimos resultados mostram que a variabilidade de espécies não foi muito afetada apesar das intervenções de construção dos túneis.

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